Archive for the ‘Arquitetura’ Category

Hoje é o dia nacional do Arquiteto e Urbanista, profissional indispensável para o planejamento das cidades, dos seus vazios, áreas verdes e das suas construções.

Em especial, deixo aqui a minha homenagem aos meus mestres e colegas da Residência AU+E, com os quais aprendi muito nestes últimos 14 meses.

Tivemos muitas dificuldades durante este percurso (que ainda estamos trilhando) de primeira turma de residentes mas graças ao comprometimento e dedicação de todos estamos colhendo bons resultados para a construção de cidades mais justas, com propostas que valorizam a troca de saberes e as necessiades da população.

Para mim isso sim é ser Arquiteto e Urbanista: trabalhar de maneira interdisciplinar participativamente para construir cidades melhores e mais justas! Parabéns!

A lenda do arquiteto

(Efrain Cordero)

Dizem que são seres mágicos, que podem construir casas, cidades e mundos de papel onde rapidamente se pode viver neles. 

Conta a lenda que não dormem, fazendo de sonhos realidade.

Que ninguém os vê trabalhando de dia, somente de noite, fabricando ideias com papeis para que na manhã seguinte estejam terminadas e durem pela vida inteira.

Dizem também que medem entre 1,50 e 1,90 de altura, mas que suas obras alcançam o céu.

Que podem respirar ideias e expelir realidades pela boca.

Que fabricam gigantes em escalas.

Tem o poder de converter papel em concreto, vidro ou metal.

Por isso pensam que são donos da pedra filosofal.

Mas isto é apenas uma lenda. Se alguém por ventura encontrar algum deles, recomenda-se segurar firme para que não escape, pois são seres mágicos, pouco vistos, e nem sempre reconhecidos.

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Hoje, na busca por referências de projetos de pergolados e elementos vazados para o projeto final da Residência AU+E, separei este projeto residencial lindíssimo do escritório australiano “wolveridge architects” para compartilhar aqui no blog. Vale a pena conferir!

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“A terra crua, utilizada há mais de onze milênios, ainda hoje é o material de construção mais utilizado no mundo. Um terço da humanidade vive em casas de terra, sendo mais de dois bilhões de pessoas em 150 países. A arquitetura de terra, simples ou monumental, está presente em vários contextos e atende as mais diversas necessidades”. (Fonte: CRAterre)

archi terre dans le monde

Fonte: CRAterre

O CRAterre, fonte que utilizei para começar este post, é a referência mundial para construção com terra. Eu conheci brevemente o trabalho deles quando fiz intercâmbio na “École Nationale Supérieure d’Architecture de Grenoble”, ao qual ele pertence.

Depois que eu voltei do intercâmbio este assunto ficou adormecido, até que a Heliana Mettig (minha professora orientadora na residência AU+E) me convidou para uma oficina sobre bioconstrução, realizada em fevereiro na Fundação Terra Mirim, em Simões Filho, BA.

A oficina foi ministrada em um dia durante a construção da casa da flor da vida, projeto dos Arquitetos Flávio Duarte e Bruno Azevedo, da Biohabitate.

A experiência foi ótima e quem quiser ver as fotos é só acessar o álbum “Oficina de Bioconstrução” na página da paisagística no facebook.

Essa oficina rendeu uma parceria entre o Cosme (Sítio em Mata de São João) e os Arquitetos Bioconstrutores da Biohabitate, que virão de Minas Gerais no começo de julho ministrar um curso prático com muita técnica e sensibilidade.

 

Curso Bioconstrucao Saudavel

Esse curso será teórico-prático em estilo de oficinas e terá como temas principais: Biosensibilidade, Geobiologia e Bioconstrução.

Quem se sentir chamado a ter um contato mais sensível e profundo com a terra será bem vindo, mesmo não sendo da área de Arquitetura e Engenharia. Com certeza será um momento único de contato com a natureza e troca de experiências!

Esperamos vocês lá!

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Este é um assunto que sempre gera grandes discussões e que já ensaiei escrever de diversas formas aqui para o blog. Por ser um tema de extrema importância, já rascunhei, li muito, escrevi e nunca publiquei.

Ontem, depois de longas conversas com queridos amigos arquitetos, recebi este texto que compartilho com vocês. Quando terminei de ler o texto vi que eu não precisava escrever sobre o assunto, que esta carta que agora publico tinha um peso imenso por toda a importância do seu autor e que ninguém melhor do que ele para explicar “por que contratar um arquiteto?”

Para os Arquitetos o autor do texto dispensa apresentações.

Para os que não conhecem, apresento-lhes: João Batista Vilanova Artigas. (Fonte: CAU – Conselho de Arquitetura e Urbanismo)

“O paranaense João Batista Vilanova Artigas foi um dos arquitetos brasileiros mais importantes do século XX. Radicado em São Paulo, foi fundador e professor universitário da FAU – Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, escola cujo prédio ele mesmo projetou. Seu estilo é característico da assim chamada escola paulista ou escola brutalista de São Paulo, dentro do modernismo. Nasceu em Curitiba, em 1915 e se formou na Escola Politécnica da USP.”

POR QUE CONTRATÁ-LO?

Esta carta do Arquiteto João Batista Vilanova Artigas ilustra, de maneira clara,  a importância da contratação de um arquiteto.

Carta ao cliente

Confesso que não me assustei muito ao ler sua carta contando o resultado da conferência para autorização de um projeto para o São Lucas. Estas coisas acontecem sempre porque, por falta de costume, quem constrói, nem sempre avalia o plano de como deveria fazê-lo. Se eu insisto em aconselhá-lo mais uma vez para que consiga um arquiteto para dirigir os trabalhos de seu hospital, não é somente porque desejo muito trabalhar para um hospital modelo, mas porque, e principalmente porque, não posso crer que uma obra, da importância da sua, possa nascer sem estudo prévio. É vezo brasileiro fazer as coisas sem plano inicial perfeitamente elaborado; quando se pergunta sobre como ficarão estes e aqueles pormenores, a resposta é sempre a mesma: Ah! Isso depois, na hora, veremos.

Assim fazem-se as casas, os prédios, as cidades; nesse empirismo vive a lavoura, a indústria e o próprio governo. O planejamento, mercadoria altamente valorizada em todo mundo para qualquer realização, não encontrará entre nós o ambiente propício enquanto nós moços não nos capacitarmos da sua necessidade imprescindível. Poderia continuar conversando com você sobre a grande vantagem de planejar com antecedência, até amanhã, sem esgotar todos os argumentos e provavelmente terminaria por dizer que é até demonstração de patriotismo e inteligência. Mas com isso não convenceríamos ninguém; talvez muito mais vantajoso seria confinar a discussão entre os limites das vantagens particulares, individuais de aplicar o método. Então vejamos. A pergunta é sempre a mesma; -”que vantagem poderíamos ter em gastar CR$ 65.000,00 em um projeto somente? O projeto não é o prédio; muito pelo contrário, somente uma despesa a mais! Contratando a construção o projeto viria de graça, feito pelo próprio construtor e nós economizaríamos 5% sobre o valor do prédio. Com esses 5%, no caso de querermos gastá-lo, até poderíamos melhorar algumas condições do edifício; enriquecer alguns materiais etc…”

Garanto que os argumentos acima lhe foram expostos mais de uma vez. São os que sempre vejo empregados em ocasiões dessas e nunca mudam. São também os mais fáceis de rebater e os menos inteligentes.

Senão vejamos: “…O projeto sempre custa alguma coisa. O construtor que o fizer terá, sem dúvida que empregar engenheiros e desenhistas para isso. Terá de empregar gente para calcular concreto, para calcular aquecimento, eletricidade, etc… O construtor cobrará essa despesa do proprietário através da comissão para a construção. Tanto isso é verdade que, se você apresentar aos construtores um projeto completamente pronto, ele cobrará percentagem menor para a construção porque dirá, “não terei despesas no escritório”. Suponhamos que a taxa de honorários para a construção seja de 10 a 12%, inclusive o projeto. Se você der o projeto, encontrará quem lhe faça por 6 ou 8%. Daí você conclui que o projeto que você pagou ao arquiteto 5%, já representa nessa ocasião somente 1% ou 2% a mais do que o preço geralmente previsto.

Mas eu desejo provar que o plano geral, feito com antecedência, é economia e não despesa. Então vamos continuar. Ninguém pode negar, nenhum construtor, nenhum cliente, que o projeto feito pelo técnico, contém em si uma previsão maior dos diversos detalhes do que o projeto rabiscado pelo construtor e verificado pelo proprietário. Faça uma experiência. Tome um plano que esteja em início de construção e pergunte a quem o dirige: por onde passam os canos de aquecimento? Por onde passam os canos de esgoto? O senhor vai fazer antes isso ou aquilo? Garanto que não sabem.

Responderão: “provavelmente passarão por aqui ou ali, farei isto ou aquilo antes. Se na ocasião de executar um serviço, verificar-se um contratempo qualquer, um cano que não pode passar porque tem uma porta, um esgoto vai ficar aparecendo no andar de baixo; o construtor resolve em função do problema, no momento. Ele dá voltas com o cano ou faz um forro falso para esconder o esgoto que iria aparecer em baixo. Entretanto se isso tivesse sido previsto, não precisaria de forro falso ou qualquer outra coisa. No papel, teria sido procurada e encontrada a solução mais econômica, para o caso, a mais bonita.

Consulte um construtor experimentado ou alguém que já tenha construído e todos serão unânimes em contar-lhe pequenas calamidades que apareceram. Eu já ouvi diversas vezes, por exemplo: “Quando colocamos as fundações no terreno nós vimos que o quarto ficaria enterrado. Então levantamos as fundações mais cinqüenta centímetros para dar certo. Por isso deu uma escada na entrada e ficou com um porão, etc… Se você calcular quanto mais caro ficou a imprevisão, você verá a vantagem de ter um projeto estudado. O arquiteto teria dado uma disposição diferente nos cômodos de maneira que o tal quarto não ficasse enterrado, sem ter que aumentar as fundações e assim economizaria o dinheiro com o qual se faria pagar.

Se o proprietário não ganhasse nada, ainda teria para si uma solução melhor e um motivo para valorizar seu imóvel. O construtor por exemplo não projetaria as instalações elétricas. Ele chamaria um instalador “prático” e o homem disporia a coisa à sua vontade. Usaria os canos que ele quisesse e os fios que achasse melhores. Bem curioso, não é ? Poucos entendem disso e ninguém iria fiscalizar o homem. Acontece, porém que os fios, quando são fios demais em relação à corrente que transportam, dão muitas perdas, e essas se traduzem em despesa mensal maior de energia para você durante os 50 ou 100 anos de funcionamento do hospital; assim você pagaria 100 vezes um bom projeto de distribuição de eletricidade. Estou apenas repetindo casos cotidianos.

Do funcionamento do hospital ainda mais, o construtor provavelmente não entende e nem terá tempo suficiente para estudar. Ele não é especializado em hospitais porque isto é Brasil e depois não estudam porque não é o seu métier. Ora, assim sendo, ele vai confiar em você. Você conhece hospitais já feitos e em funcionamento, como hospitais, não como construções. Os seus preconceitos, a respeito, o construtor repetirá com o dinheiro de seu bolso. As soluções que, para alguns casos que você viu, são soluções econômicas poderão constituir soluções caríssimas, no seu caso. Rematando, sua casa de saúde não teria o melhor aspecto porque faltou um artista.

Arquitetura, é construção e arte. Arte. Arte não tem livro de regulamento que ensine. Nasce dentro de cada um e desenvolve-se como conjunto de experiências. Procure um homem que possa das à sua casa de saúde, além das características de um hospital eficiente pelo perfeito planejamento das diversas sessões, um valor artístico indiscutível.

O valor artístico é um valor perene, enorme, inestimável. É um valor sem preço e sem desgaste. Pelo contrário, aumenta com os anos à proporção que os homens se educam para reconhecê-lo. O valor artístico subsiste até nas ruínas. Os anos correm e desgastam o material, enquanto valorizam o espiritual.

Com a consciência limpa termino minha proposta. Está em suas mãos a responsabilidade de decidir entre os caminhos. De um lado eu me coloco, não só, mas como representante dos arquitetos brasileiros, defendendo a economia, a ordem e acima de tudo, o futuro. De outro lado, o empirismo, a reação, a imprevisão.

Qualquer solução que você venha a dar não mudará as relações entre nós, nem sua opinião futura sobre o que acabo de escrever. Se o prédio for bom, bem projetado, bem planejado, por um bom arquiteto, você gostará, todos gostarão; se ele não prestar, se custar muito, se não funcionar, ser for feio ou sem personalidade, sem valor artístico, sem plano nenhum, o resultado será o mesmo. Em todos os dois casos você adquirirá experiência e acabará por trabalhar sempre do meu lado e com os meus argumentos. Nós venceremos sempre como eu queria demonstrar.

Pague pois o que eu pedi. É pouco em relação às vantagens futuras. Ou não pague, e as vantagens serão as mesmas, para a sociedade evidentemente, não para você.

Com um abraço afetuoso do amigo certo,

Vilanova Artigas
São Paulo, julho de 1945

 

Fonte: Texto publicado no site do CAU.

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“Considerado por Lúcio Costa um dos três mais importantes nomes da Arquitetura Modernista Brasileira, “o arquiteto onde a arte e tecnologia se encontram e se entrosam – o construtor”, faleceu na manhã de hoje (21/05),  em Salvador, o arquiteto João Filgueiras Lima, o Lelé. Ele foi responsável por obras que transformaram a forma como o Brasil olhava sua Arquitetura. Desde o trabalho na construção de Brasília, passando pela criação da Fábrica de Escolas do Rio de Janeiro e do Centros Integrados de Educação Pública no Rio de Janeiro (ambos em parceria com Darcy Ribeiro) pela Fábrica de Equipamentos Comunitários em Salvador até o desenvolvimento do Centro de Tecnologia da Rede SARAH de Hospitais, ele soube como ninguém unir técnica e arte, função e sensibilidade.” (Fonte: Cau BR)

Em 2006, em uma disciplina ministrada pela minha queria professora Maria Amélia D´Azevedo Leite pela PUC Campinas tive a oportunidade de visitar Salvador e conhecer Lelé e sua obra.

montagem Lelé

Hoje, morando na Bahia e indo semanalmente para Salvador, vivencio como suas obras fazem parte do dia a dia da cidade e interferem positivamente na vida dos Soteropolitanos. Para nós Arquitetos, passar por uma delas é ganhar um “Bom dia” cheio de inspiração.

Hoje é um dia muito triste, porque perdemos mais um grande meste!

Obrigada Lelé!

 

 

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Para mim, decorar um ambiente é um trabalho que temos que desenvolver com o maior carinho possível.

O dia a dia do arquiteto vai desde o tempo de projeto no escritório até a pesquisa de cada detalhezinho da decoração da casa do cliente. É um trabalho que tem que ser feito “de coração”.

Para um ambiente ser realmente aconchegante ele tem que contemplar todos os sentidos. Tudo tem que ser levado em consideração: climatização (natural ou artificial), iluminação, materiais com suas cores e texturas e os aromas.

Existem diversas opções de acessórios para decorar e perfumar ao mesmo tempo: óleos, velas, difusores de ambientes, sabonete líquido, sais de banho, entre outros. Todos estes itens podem ser cuidadosamente escolhidos e arrumados para dar aquele toque especial em cada cantinho da casa.

O home spray e os difusores de ambientes são perfeitos para colocar na sala e no quarto. Já no lavabo, um kit com sabonete líquido pode fazer toda a diferença. E na suíte do casal?  Que tal uma bandeja com óleos de massagens e sais de banho?

Produtos personalisados de acordo com a necessidade de cada cliente. Criação: Marília Garzotti Gandini.

Criação: Marília Garzotti Gandini.

Qual o melhor modelo e quais os tipos de fragrâncias?

Segundo a arquiteta Marília Garzotti Gandini, os frascos de vidros são mais finos e elegantes que os de plástico, mas também são um pouquinho mais caros. As essências vão desde as mais cítricas e herbais até as mais amadeiradas e mais femininas. Esta escolhe depende do gosto do cliente.

A arquiteta, que desenvolve uma linha de produtos personalizados para cada cliente, dá ainda outras dicas:

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Difusor, Home Spray e Sabonete líquido. Criação: Marília Garzotti Gandini

“Para aquelas pessoas que não tem muito espaço no banheiro a sugestão é montar um kit em uma  bandejinha em inox super compacta. Sempre tem um jeitinho de diminuir o tamanho sem diminuir a elegância.”

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Bandeja de inox compacta para espaços pequenos. Criação: Marília Garzotti Gandini.

Os valores variam de acordo com a sofisticação da embalagem. Os frascos de vidros são mais caros e os preços dos produtos geralmente variam de  R$ 40,00 à R$ 100,00 reais. Já as linhas de plástico podem ser encontradas em preços mais atraentes, de R$ 15,00 à R$ 50,00 reais.

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Para solicitar o seu kit personalizado (enviado por sedex para qualquer lugar do Brasil), basta entrar em contato com a Marília pelo email gandinimarilia@yahoo.com

 

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Acabei de assistir este vídeo de um grupo de amigos sobre Porto Alegre. Cansados de ver o abandono das obras na cidade, eles resolveram protestar de uma forma diferente.

Os amigos resolveram dançar em diversos pontos da cidade, mostrando a visão deles de como está Porto Alegre! Vale a pena conferir! Assistam!

Depois de assistir o vídeo entrei na página deles no face (un)happyporto e vi que a prefeitura resolveu publicar a “sua versão”, chamada de “Happy Porto”. Por um lado o vídeo da prefeitura mostra como os garotos foram felizes com o seu protesto, porque conseguiram chamar muita atenção. Por outro lado achei muito triste o vídeo da prefeitura. São três ou quarto pontos da cidade que se repetem ao longo do vídeo todo.

Enquanto o primeiro vídeo mostra diversos lugares com obras abandonadas e não finalizadas a prefeitura só tem 3 ou 4 pontos para mostrar. Acredito que todos nós preferíamos ver um vídeo resposta da prefeitura mostrando as obras em andamento, não?

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