Posts Tagged ‘Arquiteta Ana Claudia Frederico Balani’

“A terra crua, utilizada há mais de onze milênios, ainda hoje é o material de construção mais utilizado no mundo. Um terço da humanidade vive em casas de terra, sendo mais de dois bilhões de pessoas em 150 países. A arquitetura de terra, simples ou monumental, está presente em vários contextos e atende as mais diversas necessidades”. (Fonte: CRAterre)

archi terre dans le monde

Fonte: CRAterre

O CRAterre, fonte que utilizei para começar este post, é a referência mundial para construção com terra. Eu conheci brevemente o trabalho deles quando fiz intercâmbio na “École Nationale Supérieure d’Architecture de Grenoble”, ao qual ele pertence.

Depois que eu voltei do intercâmbio este assunto ficou adormecido, até que a Heliana Mettig (minha professora orientadora na residência AU+E) me convidou para uma oficina sobre bioconstrução, realizada em fevereiro na Fundação Terra Mirim, em Simões Filho, BA.

A oficina foi ministrada em um dia durante a construção da casa da flor da vida, projeto dos Arquitetos Flávio Duarte e Bruno Azevedo, da Biohabitate.

A experiência foi ótima e quem quiser ver as fotos é só acessar o álbum “Oficina de Bioconstrução” na página da paisagística no facebook.

Essa oficina rendeu uma parceria entre o Cosme (Sítio em Mata de São João) e os Arquitetos Bioconstrutores da Biohabitate, que virão de Minas Gerais no começo de julho ministrar um curso prático com muita técnica e sensibilidade.

 

Curso Bioconstrucao Saudavel

Esse curso será teórico-prático em estilo de oficinas e terá como temas principais: Biosensibilidade, Geobiologia e Bioconstrução.

Quem se sentir chamado a ter um contato mais sensível e profundo com a terra será bem vindo, mesmo não sendo da área de Arquitetura e Engenharia. Com certeza será um momento único de contato com a natureza e troca de experiências!

Esperamos vocês lá!

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cartão_natal 2012.cdr

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Com aroma característico, é muito utilizada na indústria de cosméticos.  O seu aroma é encontrado tanto nas flores quando nas folhas.

O seu nome deriva do latim “lavare”, que significa “lavar”. Como o próprio nome  sugere, esta planta é muito conhecida por seu poder antisséptico e seu cheiro também é muito associado a produtos de limpeza.

Pode ser utilizada no preparo de banhos, assim como para a extração de óleo, usado na aromaterapia e na indústria de cosméticos.

Na cozinha deve ser utilizada com moderação. Tanto as flores quanto as folhas podem ser utilizadas no preparo de doces e bebidas.

Muito cultivada na Europa, os campos mais conhecidos de lavanda ficam em Provence, na França.

Eu passei por uma das cidades de Provence e em tudo o que você olha existe um pouquinho de lavanda. Cartões postais, panos de pratos, sachês e tudo mais o que você puder imaginar está disponível para os turistas comprarem e levarem de recordação.

Cartão postal - LavandasFoto: Ana Claudia Frederico Balani

Cartão postal – Lavandas
Foto: Ana Claudia Frederico Balani

Segundo o site “Les routes de la lavande”  a época de floração ocorre entre fim de junho e fim de agosto. Ela pode variar em função das mudanças climáticas, assim como da altitude e da latitude.

Existem muitas empresas que fazem excursões para os campos de lavanda.  Além das turísticas comuns tem as especializadas em aromaterapia. Um dos trabalhos que li a respeito e gostei muito é o da Vera, do “tour terapêutico”. (Vocês podem encontrar mais informações no site deles ou na página no facebook. Mesmo para quem não faz o tour é um prazer para os olhos ver as fotos publicadas).

provence

Provence – tour aromático.

A lavanda que vemos nos campos de Provence é a “Lavandula angustifolha” e seu cultivo no Brasil é muito difícil. Aqui a espécie que se adapta melhor é a “Lavandula dentata” ou “Alfazema”.

Lavandula dentata

Lavandula dentata

(Foto do blog: “um jardim para cuidar“)

No Brasil existe um parque de lavandas em Gramado, no sul do país. O “Le Jardin” é um empreendimento da iniciativa privada e foi inspirado naqueles grandes campos de lavanda europeus que citei no começo do texto.

Para quem quiser saber mais sobre o parque tem um texto muito bom no blog “Matraqueando – viagens e comidinhas”.

Agora que vocês já sabem um pouco da história da lavanda e do seu uso que tal aprenderem a cultivar?  Vejam esta ficha técnica que encontrei na revista “Natureza”.

Nome científico: Lavandula dentata

Nomes populares: lavanda-francesa, alfazema

Família: lamiáceas

Origem: região mediterrânea

Características: arbusto com até 90 cm de altura.

Flores: Pequenas, aromáticas, roxas e tubulares, reunidas em uma única inflorescência espigada e coberta por uma leve penugem.

Folhas: Finas, longas, cobertas de lanugem acinzentada e com bordas dentadas.

Plantio: em substrato compacto pronto acrescido de 20% de areia e 20% de húmus de minhoca.

Luz: sol pleno

Solo: arenoso, acrescido de matéria orgânica e bem drenado.

Clima: subtropical árido com bastante sol.

Regas: somente quando o solo estiver seco.

Podas: dois terços da planta no inverno.

Adubação: 100g de húmus por arbusto a cada 60 dias.

Propagação: por estaquia.

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Para começar bem a sexta feira resolvi compartilhar com vocês uma linda imagem de um jardim urbano, na Alemanha.

No tunel foram utilizados 2,160 vasos cerâmicos. Foram especificadas 6 espécies vegetais, que são utilizadas dependendo da estação do ano.

Não é um sonho este jardim?

“Há flores cobrindo o telhado
E embaixo do meu travesseiro
Há flores por todos os lados
Há flores em tudo que eu vejo”

(Trecho da música “Flores” , Titãs).

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